Disfunção erétil: saiba o que é, sintomas e tratamento

Tempo de leitura: 8 min

Escrito por gabriel
em março 15, 2022

JUNTE-SE Á NOSSA LISTA DE SUBSCRITORES

Entre para nossa lista e receba conteúdos exclusivos e com prioridade

100% livre de spam.

Compartilhe agora mesmo:

Disfunção erétil: saiba o que é, sintomas e tratamento

Algumas pessoas não sabem, mas a disfunção erétil é realidade para cerca de metade dos homens que têm idade acima de 40 anos. Até 2025, a expectativa é que 322 milhões de homens serão afetados por essa complexidade. 

O grande fator para isso acontecer, é que a maioria dos homens estão levando um estilo de vida que acaba favorecendo o desencadeamento da disfunção erétil. 

Conforme a maneira de viver a vida continue dessa maneira, é possível falar que o número de homens com disfunção ultrapasse os 322 milhões. 

Muitas pessoas classificam essa complexidade como “impotência sexual”, porém, esse termo vem sendo desconsiderado pelo fato de soar como pejorativo.

Na realidade, a necessidade da sociedade se informar melhor sobre esse tema é essencial para que mentiras não sejam levantadas. 

De uma forma geral, a informação verdadeira é válida para qualquer área, desde uma empresa que trabalha com climatização de ambientes até outros tipos de negócio. Dessa forma, iniciaremos esse artigo explicando, inicialmente, do que se trata a disfunção erétil. 

O que é disfunção erétil? 

Podemos definir a disfunção erétil como uma complexidade capaz de tornar o homem incapaz de iniciar ou manter uma ereção durante uma relação sexual. 

O conceito, por sua vez, pode acontecer por uma dificuldade ou falha no funcionamento de uma ou mais estruturas responsáveis pelo desempenho do homem na cama. 

Dependendo do nível da disfunção, nem mesmo um ambiente com iluminação profissional e outros elementos para apimentar a relação conseguem fazer com que a situação mude. 

Como já dito acima, o termo “impotência sexual” que é usado para se referir ao problema, vem sendo evitado por especialistas por conta da conotação negativa que possui. 

O que causa a disfunção erétil?

Esse tipo de problema tem mais de um tipo, e devido a isso, pode incluir causas físicas e psicológicas. Podemos citar aqui alguns fatores que podem estar por trás da disfunção. Os problemas são:

  • Cardiovasculares;
  • Metabólicos;
  • Neurológicos;
  • Hormonais;
  • Cirurgias;
  • Uso de medicamentos e substâncias.

Além desses fatores mencionados, a ansiedade e o medo também podem ser responsáveis por desencadear a disfunção erétil. 

Casos como esse, os fatores psicológicos podem afetar diretamente as condições físicas, fazendo com que picos de adrenalina levam à contração das estruturas que deveriam estar relaxadas, para que a válvula responsável pela ereção mantenha-se funcionando normalmente. 

Qual a diferença entre disfunção e impotência?

Desde quando esses temas vieram à tona, a população considera ambos os termos como sinônimos. De forma resumida, a disfunção erétil é uma complexidade que torna o homem incapaz de terminar o seu relacionamento sexual de forma satisfatória. 

Por outro lado, a impotência sexual foi apenas um termo levantado popularmente que está sendo evitado pelo fato de possuir uma conotação negativa. 

Fatores de risco capazes de desenvolver a disfunção

Inicialmente, podemos citar a idade, Conforme a idade seja ainda maior, o mesmo estará, naturalmente, mais propenso a desenvolver esse problema. 

Os problemas emocionais também são considerados como fatores de risco. Depressão, estresse, medo de desapontar o companheiro e os eventuais problemas no relacionamento podem afetar diretamente no empenho sexual do homem. 

Em seguida, temos o problema com excesso no consumo de bebidas alcoólicas. Na prática, a embriaguez consegue ser capaz de gerar uma inibição tão grande que faz com que a ereção não se sustente durante a relação. 

Quando a bebida alcoólica é consumida de forma exagerada, consequentemente o corpo não sente necessidade de se hidratar. Logo, isso pode atrapalhar a circulação no pênis. 

Drogas ilícitas também entram na lista com um dos fatores de risco que podem desencadear a disfunção erétil. 

No início, os efeitos dessas drogas podem dar a sensação de melhora na relação sexual, porém, com o tempo ou abusando dessas drogas, a expectativa é que prejudique a ereção e a líbido por causa dos seus efeitos no cérebro. 

Casos como esse, podem fazer com que até uma banheira de canto casal não consiga fazer com que o local fique propício a uma relação. 

A maconha e a cocaína são uma das drogas que podemos citar, que são famosas por causarem esse problema. Drogas sintéticas também são capazes de desenvolver a disfunção erétil.  

O uso de anabolizantes também conseguem interferir no desempenho sexual, isso se for consumido de forma exagerada. O motivo para isso acontecer, é que eles conseguem interferir na produção natural de testosterona. 

Como já citado, alguns medicamentos podem ser prejudiciais para que a ereção ocorra normalmente. Quando consumido, parte desses remédios podem ter efeitos colaterais que impossibilita a ereção. 

Os medicamentos que costumam desenvolver essa complexidade, são os anti-hipertensivos, antipsicóticos, ansiolíticos e antidepressivos. Esses, por sua vez, são os remédios mais famosos para desenvolver a disfunção. 

As cirurgias também podem afetar a ereção de um homem. A retirada da prostótota e radioterapia pélvica são alguns dos procedimentos cirúrgicos que podem resultar em lesões nos nervos. Contudo, os riscos são variáveis e, muitas vezes, o problema é apenas temporário. 

Complementando o que foi citado, os problemas hormonais como diabetes, podem afetar na ereção por afetar no funcionamento de artérias e nervos, desencadeando níveis baixos de testosterona. 

Os problemas neurológicos são outro fator de risco que pode prejudicar a ereção, afinal, ele está relacionado diretamente com o cérebro. Alzheimer e Parkinson são alguns dos exemplos que podem desenvolver esse problema. 

Outros problemas que estão relacionados com as condições físicas do homem, como o sedentarismo e a obesidade, por exemplo, também são capazes de favorecer o surgimento da disfunção erétil. O motivo para isso acontecer, é que ambos os problemas geram prejuízos na circulação. 

O último exemplo pode ser o mais conhecido entre os citados por aqui. Trata-se do tabagismo, que por sua vez, prejudica as artérias e circulação sanguínea, afetando também, o desempenho sexual do homem. 

Tipos de disfunção

A fim de elucidar melhor os tipos de disfunção erétil, podemos dizer que ela funciona como um resfriador de água, que possui várias partes responsáveis por diminuir a temperatura da água. 

No caso, existem diversas classificações para esse tipo de problema. No entanto, vamos considerar apenas os três tipos que são levados em consideração pelos especialistas. 

Orgânica

A orgânica pode ser definida por causas físicas. Geralmente ocorre a partir dos 40 anos, e envolve problemas relacionados com as condições hormonais, neurológicas, cardiovasculares e incluindo também procedimentos cirúrgicos e uso de medicamentos. 

Psicogênica

O maior responsável por esse tipo de disfunção, envolve problemas com a ansiedade e o medo de falhar. Casos como esse são mais comuns entre jovens, pelo fato de não terem muitos problemas físicos. 

Mista

Por fim, temos o tipo misto que envolve fatores físicos e psicológicos, que quando juntos, o tratamento pode se tornar um pouco mais complexo. 

Tratamentos para a disfunção 

É necessário fazer uma investigação nesse tipo de problema, para que sejam feitos diagnósticos capazes de identificar a melhor forma de tratar essa complexidade. 

Todo esse processo é semelhante a uma coleta de solo, por exemplo, pelo motivo de passar por várias etapas que precisa preparar o paciente para os procedimentos. Para isso, é imprescindível o acompanhamento de um médico especialista no que faz.

Inclusive, é preciso dizer que, atualmente, há várias formas de tratar esse problema, que de forma resumida, funcionam como uma solda industrial, com o objetivo de juntar as informações necessárias para unificar e decidir o melhor tratamento. Contudo, as opções são:

Inibidores da fosfodiesterase 5

Esse tratamento também é conhecido como PDE5, que trabalha principalmente com a sildenafila (Viagra), que inclusive, foi o primeiro medicamento dessa classe a ser lançado para auxiliar no desempenho sexual. 

Há outros que também podem ser recomendados, como a tadalafila e a vardenafila. Esses medicamentos não são recomendados para homens com dores no peito quando fazem esforço físico, e usuários de remédios para o coração à base de nitratos.  

Injeções penianas

Caso o paciente possui alguma restrição no uso dos medicamentos citados no primeiro tratamento, ele pode optar por acompanhamento de segunda linha onde o homem aplica uma injeção nos corpos cavernosos do pênis antes do sexo. 

Esse processo é como se funcionasse como um coletor de pó, onde a substância aplicada consegue fazer os procedimentos necessários retirando as complexidades e dando espaço para um pênis funcional. 

Caso tenha ficado a dúvida, esse procedimento consegue ser feito sem sentir, praticamente, nenhuma dor por conta da agulha finíssima. 

Bombas de vácuo

Trata-se de pequenos aparelhos que fazem a sucção do pênis, promovendo a circulação de sangue temporariamente. Para pacientes que passarão por uma remoção de próstata, esse tratamento vem sendo o mais indicado pelos especialistas. 

Implantes

Como última opção, os implantes são opção quando todos os procedimentos acima não causam resultado. 

As opções são diversas, desde pênis maleáveis, até infláveis ou hidráulicas, que são implantadas na câmara erétil do órgão para dar a sustentação necessária para a relação.  Por ser irreversível, esse é o último tratamento. 

Por fim, há terapias que podem ser feitas para tratar do problema caso ele venha a ser por problemas psicológicos. Esse tipo de acompanhamento funciona como uma calibração de balanças, que visa buscar um equilíbrio com os problemas do paciente. 

Logo, o recomendado é que o estilo de vida mude, praticando atividades físicas, evitando o uso de substâncias prejudiciais e realizando a troca de medicamentos. 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Compartilhe agora mesmo:

Você vai gostar também:

Para enviar seu comentário, preencha os campos abaixo:

Deixe um comentário


*


*


Seja o primeiro a comentar!

JUNTE-SE Á NOSSA LISTA DE SUBSCRITORES

Entre para nossa lista e receba conteúdos exclusivos e com prioridade

100% livre de spam.

Damos valor à sua privacidade

Nós e os nossos parceiros armazenamos ou acedemos a informações dos dispositivos, tais como cookies, e processamos dados pessoais, tais como identificadores exclusivos e informações padrão enviadas pelos dispositivos, para as finalidades descritas abaixo. Poderá clicar para consentir o processamento por nossa parte e pela parte dos nossos parceiros para tais finalidades. Em alternativa, poderá clicar para recusar o consentimento, ou aceder a informações mais pormenorizadas e alterar as suas preferências antes de dar consentimento. As suas preferências serão aplicadas apenas a este website.

Cookies estritamente necessários

Estes cookies são necessários para que o website funcione e não podem ser desligados nos nossos sistemas. Normalmente, eles só são configurados em resposta a ações levadas a cabo por si e que correspondem a uma solicitação de serviços, tais como definir as suas preferências de privacidade, iniciar sessão ou preencher formulários. Pode configurar o seu navegador para bloquear ou alertá-lo(a) sobre esses cookies, mas algumas partes do website não funcionarão. Estes cookies não armazenam qualquer informação pessoal identificável.

Cookies de desempenho

Estes cookies permitem-nos contar visitas e fontes de tráfego, para que possamos medir e melhorar o desempenho do nosso website. Eles ajudam-nos a saber quais são as páginas mais e menos populares e a ver como os visitantes se movimentam pelo website. Todas as informações recolhidas por estes cookies são agregadas e, por conseguinte, anónimas. Se não permitir estes cookies, não saberemos quando visitou o nosso site.

Cookies de funcionalidade

Estes cookies permitem que o site forneça uma funcionalidade e personalização melhoradas. Podem ser estabelecidos por nós ou por fornecedores externos cujos serviços adicionámos às nossas páginas. Se não permitir estes cookies algumas destas funcionalidades, ou mesmo todas, podem não atuar corretamente.

Cookies de publicidade

Estes cookies podem ser estabelecidos através do nosso site pelos nossos parceiros de publicidade. Podem ser usados por essas empresas para construir um perfil sobre os seus interesses e mostrar-lhe anúncios relevantes em outros websites. Eles não armazenam diretamente informações pessoais, mas são baseados na identificação exclusiva do seu navegador e dispositivo de internet. Se não permitir estes cookies, terá menos publicidade direcionada.

Visite as nossas páginas de Políticas de privacidade e Termos e condições.

Importante: Este site faz uso de cookies que podem conter informações de rastreamento sobre os visitantes.