Cinomose: Conheça a doença que pode afetar os cachorros e seu tratamento

Tempo de leitura: 7 min

Escrito por gabriel
em fevereiro 10, 2022

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Cinomose: Conheça a doença que pode afetar os cachorros e seu tratamento

A cinomose é uma doença muito comum que afeta cachorros de diversos portes e idades. Dessa forma, conhecer mais sobre ela e como evitá-la pode ser fundamental para a saúde de seu companheiro de quatro patas.

Embora seja uma doença comum, ela pode ser bastante grave para a saúde do pet, por conta disso, deve ser avaliada com cuidado e tratada aos primeiros sinais, evitando mais complicações no futuro.

Sendo assim, é importante reforçar que o uso de lençol hospitalar para manter o local limpo, por exemplo, é uma importante maneira de proteger o pet, assim como diversas outras ações. Por isso, entenda mais sobre o tema!

Entenda mais sobre o que é cinomose

A doença é viral, e é causada por um vírus cujo nome é CDV, sigla para Canine Distemper Virus. Em português, o nome é “vírus da esgana canina”, e afeta em sua grande maioria filhotes e animais cujo sistema imunológico têm algum tipo de debilitação.

Normalmente, os sintomas variam muito de animal para animal, uma vez que cada cãozinho tem um organismo diferente, mas os principais problemas relacionados a cinomose são:

  • Comprometimento da respiração;
  • Vômitos;
  • Diarréia;
  • Convulsões.

Em alguns casos, o vírus ainda impacta diretamente o sistema imunológico, enfraquecendo-o e permitindo que outras complicações possam surgir de maneira rápida, comprometendo mais a saúde do animal e tornando-o um risco para a segurança biológica.

Não é incomum que a cinomose canina leve ao falecimento do pet, por isso há uma preocupação imediata em lidar com os sintomas e realizar o tratamento assim que os primeiros sintomas começam a aparecer.

Normalmente, a transmissão do vírus se dá pelo ar, embora outras formas de transmissão não sejam descartadas, como contato com cães infectados, secreções nasais e objetos que tenham passado por um animal infectado, desde bebedouros até brinquedos.

O tempo de vida do vírus fora do hospedeiro é curto, tendo um período de algumas horas de existência. Entretanto, isso não significa que você deve afrouxar os cuidados e deixar o animal à própria sorte.

Uma maneira de garantir mais segurança para o pet é manter todos os objetos e locais onde ele fica durante o dia limpos, garantindo uma estrutura mais adequada para o animal com a calibração de equipamentos médicos, evitando assim a proliferação do vírus.

Além disso, trata-se de uma doença que possui vacina, por isso a vacinação é um ponto fundamental para cuidar de seu pet. Os cães que não são devidamente vacinados correm um risco muito maior de passar por esse tipo de situação.

Se você gosta de levar seu animal de estimação para locais públicos, como parques e outros ambientes pet friendly, onde ele terá contato com outros animais, torna-se ainda mais importante os cuidados para evitar a cinomose.

Você não tem como saber se todos os animais com os quais seu pet teve contato estão protegidos, por isso cabe a você criar um ambiente ainda mais propício para evitar a proliferação de doenças, usando uma mascara de algodão lavável para sua proteção.

Conheça os principais sintomas da cinomose

Uma vez que a doença se manifesta de diversas maneiras, é importante que você entenda este conceito e seus principais sintomas para conseguir perceber se o cachorro está com esta complicação.

A imunidade do animal determinará uma dificuldade ou facilidade maior para expulsar o vírus do corpo, por isso, em alguns casos é necessário correr para o veterinário para tomar ações mais ativas no combate à doença com a utilização de uma cama hospitalar manual.

Cinomose cutânea

Neste caso, a doença surge através de algumas bolinhas de pus espalhadas pelo corpo do animal, principalmente no abdômen e nas patas, embora não seja incomum encontrá-las também no focinho.

Estas bolinhas de pus acabam causando uma série de problemas conforme estouram, criando erupções na pele. Na região das vistas, o surgimento de conjuntivites pode agravar esse tipo de quadro rapidamente.

Este é um dos formatos mais visíveis da doença, o que permite uma avaliação leiga e mais agilidade no processo de cura, uma vez que você pode levá-lo ao veterinário o quanto antes para lidar com essa situação.

Cinomose digestiva

Durante a fase digestiva da doença, existem alguns sintomas claros, como a diarreia e os vômitos. Esses dois itens acabam se tornando frequentes, e é importante ter cuidado sempre que o animal apresenta estes casos.

Em algumas situações, as fezes do animal acompanham sangue, o que é um ponto importante de alerta para se encaminhar ao médico com o animal. Nesse estágio, é comum o surgimento de febres no cão.

Por conta desse estado como um todo, muitas vezes o cachorro apresenta sintomas de fraqueza e dificuldade de movimento, o que pode ser mais um alerta para acompanhá-lo ao veterinário.

Cinomose respiratória

Esta forma é muito similar a uma gripe, por isso é importante que você fique atento a sinais como secreções nasais em excesso e tosses com catarro. As complicações respiratórias podem aparecer também na forma de dificuldade para respirar.

Um dos maiores perigos desta forma da cinomose é justamente o desenvolvimento de pneumonia. A doença, que também é letal para seres humanos, deve ser tratada com muita atenção e cuidado.

Não é comum observar esse tipo de interação com os cães, por isso é importante ficar atento a comportamentos incomuns, sobretudo as secreções que podem ser um bom indicativo de que o cão está com a doença.

Cinomose neurológica

Essa é uma fase onde a maioria dos donos percebe imediatamente que há algum problema com o cão. Normalmente, os sintomas apresentados incluem tremores, convulsões e problemas de coordenação motora.

Este é um estágio bastante avançado, que demanda uma atenção e cuidado especial da parte do dono e do veterinário. Por isso, é preciso ter cuidado e atenção quando você lidar com esse tipo de doença, usando um aparelho para medir pressao manual e outros equipamentos para acompanhar o caso.

Além disso, é preciso ter em mente que estes cuidados demandam uma atenção maior para o cãozinho, que não pode cuidar de si próprio. Por isso, lembre-se de separar um tempo maior de seu dia para cuidar dele.

A cinomose pode ocorrer de forma progressiva, mas estes formatos e fases não são padronizados, e podem acontecer em qualquer ordem. Por isso, é importante que você esteja sempre atento a qualquer sinal e leve com urgência o pet para o veterinário.

Com um acompanhamento assertivo, é possível tratar do animal e fortalecer o organismo para ajudar na sobrevivência do pet. Entretanto, é preciso ter em mente que não há uma cura conhecida para a cinomose, por isso o tratamento é fundamental.

Existem diversos exames que ajudam a avaliar exatamente o que está acontecendo com o cão e como lidar com ele da melhor forma possível, tratando de sintomas e fortalecendo o sistema imunológico, de forma a impedir o desenvolvimento da doença.

Protegendo seu pet: veja como

Por ser uma doença de alto risco, é importante tomar alguns cuidados especiais para cuidar de seu cãozinho. Mais do que simplesmente entender a doença, é preciso buscar maneiras de efetivamente impedi-la, uma vez que não existe uma cura.

Por ser muito comum em filhotes, há uma preocupação em especial para esse tipo de atividade e, felizmente, existe uma vacina que se provou muito eficaz no combate da cinomose, permitindo que você use um guia para cães normalmente depois deste processo.

Para garantir mais tranquilidade aos tutores e aos pets, é importante que você esteja sempre atento ao calendário de vacinas do filhote, para conferir o máximo de proteção e segurança para sua vida.

Normalmente, esse ciclo vacinal começa depois de 45 dias do nascimento do filhote, mas é possível acompanhar estes primeiros passos junto a um profissional de veterinária de sua confiança, aumentando as chances de saúde do filhote consideravelmente.

A vacina contra a cinomose é aplicada em três doses, e é conhecida pelas siglas V8, V10 e V11. Normalmente, cada dose tem um intervalo de 20 a 30 dias, nos quais é fundamental que você não saia na rua com o cachorro.

O contato com outros animais e com objetos durante o ciclo vacinal pode ser muito perigoso, por isso você deve manter o local onde ele está higienizado e impedir esse primeiro contato para garantir mais tranquilidade e proteção contra a doença.

Depois de completado o calendário de vacinas, o pet pode passear na rua normalmente, mas ainda assim é preciso ficar atento, pois muitas raças requerem uma dose de reforço anual para aprimoramento do sistema imunológico, bem como um suplemento para animais.

Considerações finais

Manter a saúde de seus pets é uma das principais responsabilidades de se tornar um tutor. Por conta disso, é muito importante se informar e entender o que deve ser feito para garantir uma qualidade de vida melhor para o animal de estimação.

Por isso, quanto mais você entender as principais doenças para uma determinada espécie, mais preparado estará para lidar com aspectos de prevenção e controle destas doenças, garantindo mais qualidade de vida para o pet.

Esse tipo de ação é mais do que um gesto de amor, é uma necessidade para proteger estes companheiros de quatro patas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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